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Número de famílias endividas chega a 78,3% no 1ª semestre

Dados divulgados pela CNC apontam juros altos como causa de endividamentos; correntistas têm dificuldades em negociar débitos com bancos.

07/08/2023 às 13h20
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC), divulgados pela Agência Brasil, apontaram que 86% dos brasileiros têm dívidas no cartão de crédito, e 9% com crédito pessoal. Muitos tomadores de crédito recorrem ao crédito pessoal para pagar dívidas mais caras como o rotativo do cartão. 

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Cartão de crédito tem sido o crédito mais caro em um ano, enquanto o crédito pessoal supera o semestre. Dados divulgados pela CNC apontam juros altos como causa de endividamentos; correntistas têm dificuldades em negociar débitos com bancos, aponta a reportagem.  

Direitos bancários de correntistas  

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A advogada da assessoria financeira Nacional G3, Ludymilla de Paula, afirma que todo cliente tem direito de rever os juros quando achar que estão abusivos: “Pode-se dar através de uma ação popularmente conhecida como revisional, ou através de negociações extrajudiciais junto à instituição financeira”, explica.  

A advogada ressaltar que não há uma lei que estabeleça regras para o parcelamento de uma dívida com instituições financeiras, e que os padrões de parcelamento se dão dentro do próprio contrato: “Por exemplo, se um consumidor vai até uma concessionária e adquire um veículo dentro do contrato de financiamento haverá as regras que estabeleçam as diretrizes do parcelamento daquele financiamento. O mesmo ocorre quando uma pessoa adquire um cartão de crédito dentro daquele contrato, há regras do parcelamento das faturas que virão”, exemplifica.  

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Ela explica que as instituições financeiras irão sempre querer um acordo, o que pode tornar essa negociação difícil é uma redução expressiva no valor da dívida. “O ideal é sempre estar em diálogo com o banco, insistir em uma negociação justa para colocar a vida financeira em ordem”, indica.  

Ludymilla aponta a negociação como a melhor forma para correntistas se livrarem dos juros altos: “O melhor é sempre fazer o compromisso com o que se consegue arcar, se para a pessoa, naquele momento, uma renegociação se torna mais viável, o melhor é renegociar, porém, há casos que o ideal é sanar de vez a dívida, com uma resolução total e definitiva através de uma quitação à vista”, completa.

Sobre a Nacional G3 

A Nacional G3 atua na negociação de dívidas bancárias de financiamentos de veículos, cartões de crédito e empréstimo pessoal, com intuito de negociar dívidas bancárias e reabilitar o crédito no mercado. ?Atualmente, a empresa mantém mais de 25 unidades físicas com capacidade para atender de qualquer lugar do Brasil por meio de suas unidades virtuais. 

Para saber mais, basta acessar: https://nacionalg3.com.br/

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