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Senado adia votação de regulamentação da profissão de musicoterapeuta

Por falta de quórum, o Senado adiou a votação de propostas que estavam na pauta do Plenário desta quinta-feira (14). Um deles era o projeto de lei ...

14/03/2024 às 13h16
Por: Redação Fonte: Agência Senado
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Trad pediu a Pacheco (D) que coloque a pauta da regulamentação profissional dos musicoterapeutas na próxima sessão do Senado - Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Trad pediu a Pacheco (D) que coloque a pauta da regulamentação profissional dos musicoterapeutas na próxima sessão do Senado - Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Por falta de quórum, o Senado adiou a votação de propostas que estavam na pauta do Plenário desta quinta-feira (14). Um deles era o projeto de lei (PL) 6.379/2019, que regulamenta a profissão de musicoterapeuta. O texto classifica como musicoterapeuta o profissional que utiliza a música como meio terapêutico para melhorar a aprendizagem, a qualidade de vida e a saúde dos indivíduos. O profissional deve ser graduado em musicoterapia ou ter pós-graduação na área concluída até 24 meses após a publicação da futura lei. O projeto também reconhece quem tenha comprovadamente atuado como musicoterapeuta por pelo menos cinco anos.

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Os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Flávio Arns (PSB-PR) pediram ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que inclua a matéria na próxima sessão legislativa. Os parlamentares ressaltaram a importância da matéria para a categoria dos músicos.

O texto da Câmara dos Deputados passou pelas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Educação (CE). Os senadores Flávio Arns (PSB-PR) e Eduardo Gomes (PL-TO) apresentaram relatórios favoráveis à matéria nos colegiados, respectivamente.

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O outro item da pauta do Plenário era o projeto de decreto legislativo (PDL) 929/2021 , que aprova o Acordo de Reconhecimento Mútuo de Certificados de Assinatura Digital do Mercosul. De acordo com o texto, os certificados de assinatura digital emitidos no Brasil, na Argentina, no Paraguai e no Uruguai passam a ser aceitos nos quatro países.

Com a medida, assinaturas digitais com certificados emitidos por prestadores de serviço credenciados têm o mesmo valor jurídico das assinaturas manuscritas. No Brasil, o coordenador operacional do acordo será o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), autarquia vinculada à Casa Civil e responsável por executar a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

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O acordo foi firmado na cidade de Bento Gonçalves (RS), em dezembro de 2019. O PDL 929/2021 passou pela Comissão de Relações Exteriores (CRE), onde recebeu relatório favorável do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), lido no colegiado pelo senador Humberto Costa (PT-PE).

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