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“Maranhão reforça a luta para ampliar acesso à tecnologia no país”, diz ministra Luciana Santos, durante a Conferência de Ciência e Tecnologia, em Brasília

A 5ª CNCTI encerrou-se nesta quinta-feira feira (1ª), após três dias de debates sobre medidas e estratégias para desenvolvimento do setor.

01/08/2024 às 16h14
Por: Redação Fonte: Secom Maranhão
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- Fapema na Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia (Foto: Divulgação)
- Fapema na Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia (Foto: Divulgação)

A participação destacada do Maranhão, na 5ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia (CNCTI), realizada em Brasília (DF), sublinhou a relevância do estado no avanço do ecossistema científico nacional. A afirmação partiu da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, pontuando a importância maranhense no crescimento deste segmento. “Estamos implementando uma política pública na garantia do combate à desigualdade regional e não tenho dúvidas que o Maranhão, aqui presente, vai reforçar essa luta, que é de todos nós”, enfatizou a ministra.

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A 5ª CNCTI encerrou-se nesta quinta-feira feira (1ª), após três dias de debates sobre medidas e estratégias para desenvolvimento do setor. Os debates da conferência foram norteados em quatro eixos temáticos, focando a recuperação desse ecossistema, mais apoio à inovação nas empresas, programas e projetos estratégicos nacionais e desenvolvimento social.

As discussões geraram base para a elaboração da nova Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI), que deverá ser seguida pelos próximos 10 anos. “Neste sentido, o Maranhão tem uma presença forte neste importante ecossistema, que faz parte do sistema nacional e que vai, sem dúvidas, escrever belas páginas da história brasileira”, afirmou a ministra Luciana Santos.

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O evento contou com uma programação diversificada, que incluiu painéis, workshops, apresentações de projetos inovadores e uma série de debates em torno do ecossistema científico.

O Maranhão, representado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti),, Fapema Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul) e Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), marcou sua contribuição com iniciativas voltadas para avanço do setor, priorizando mais inclusão digital, aliada ao desenvolvimento sustentável.

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“O Maranhão se firmou como um dos protagonistas nos esforços pela redução das desigualdades regionais e pelo desenvolvimento das potencialidades tecnológicas no país. Levamos ao debate as demandas da ciência e tecnologia do nosso estado para, juntos, debatermos caminhos de crescimento deste setor, sempre com o apoio do governador Carlos Brandão, que reconhece a importância deste segmento para desenvolver o estado”, observou o presidente da Fapema, Nordman Wall.

Entre os destaques da conferência, o estado contribuiu com o documento com as contribuições colhidas junto a comunidade científica e representantes da sociedade organizada durante a conferência estadual realiza em março em  São Luís.

Segundo o presidente da Fapema, Nordman Wall, a busca de mais recursos são essenciais para promover a inovação em áreas consideradas estratégicas para o crescimento econômico e o bem-estar social. “São dois importantes vetores com forte potencial para o setor, resultado da união de esforços que reflete no avanço científico e tecnológico”, frisou.

Para a titular da Secti, Natássia Weba, a conferência serviu para debater o futuro da ciência no estado. Ela destacou o Plano de Inteligência Artificial Nacional, “que terá grandes investimentos e para o qual o Maranhão será contribuinte relevante, a fim de alavancar esta área em nosso estado”.

O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) vai equipar o país com infraestrutura tecnológica avançada e de alta capacidade de processamento, incluindo um dos cinco supercomputadores mais potentes do mundo. O diferencial é que será alimentada por energias renováveis. Para o projeto, serão investidos R$ 23 bilhões, segundo anunciou a ministra Luciana Santos, durante a conferência.

A conferência também proporcionou um ambiente propício para o networking e a colaboração entre pesquisadores, empreendedores e formuladores de políticas. Foram discutidas estratégias para fomentar a ciência e a tecnologia em nível regional, com a participação ativa de representantes locais que compartilharam suas experiências e desafios.

O reitor da Uema, Walter Canales, pontuou o cenário atual, em que este setor está novamente entre as prioridades do governo federal. “Isso assegura que recursos sejam destinados aos pesquisadores e professores para avanço de um segmento tão importante ao país e que, no Maranhão, tem total apoio do Governo do Estado, pelo compromisso do governador Carlos Brandão”.

A reitora da Uemasul, Luciléa Gonçalves, pontuou o “momento histórico da participação do estado na conferência, para o debate de temas que já tivemos no Maranhão e considero muito importante essa presença, em se tratando de evento de grande relevância nacional”.

A 5ª CNCTI não era realizada há 14 anos e esta edição representa um marco na história da ciência e tecnologia no Brasil. O encerramento da conferência deixa a expectativa de que os resultados gerados nas discussões impulsionem novas iniciativas e parcerias, fortalecendo ainda mais o papel do Maranhão e de outras regiões, na construção de um ecossistema científico e tecnológico mais robusto e equitativo no país.

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