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AGED-MA realiza terceira etapa do monitoramento de ostras em Araioses

A coleta periódica de ostras nas áreas extrativistas é uma das ações do Programa Moluscos Bivalves Seguro (MoluBis), executado pelo Governo do Mara...

29/04/2026 às 19h11
Por: Redação Fonte: Secom Maranhão
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- AGED-MA realiza monitoramento de ostras em Araioses (Foto: Divulgação)
- AGED-MA realiza monitoramento de ostras em Araioses (Foto: Divulgação)

Fiscais da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA) realizaram, no último fim de semana, uma nova coleta de ostras extraídas dos bancos naturais e das áreas de mangue do município de Araioses, no litoral leste do Estado, na divisa entre o Maranhão e o Piauí. O trabalho faz parte do programa de monitoramento ambiental da cadeia produtiva da ostra na região do Delta do rio Parnaíba.

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A coleta periódica de ostras nas áreas extrativistas é uma das ações do Programa Moluscos Bivalves Seguro (MoluBis), executado pelo Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (AGED-MA).

O programa determina o controle higiênico-sanitário desses animais aquáticos destinados ao consumo humano ou animal, o seu monitoramento e sua fiscalização, explica a médica veterinária Alanna Raissa Araújo Silva, responsável técnica pela execução do MoluBis no Maranhão.

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“Devido à característica das ostras filtrarem substâncias, sejam alimentos ou contaminantes presentes no ambiente aquático em que se desenvolvem, é necessário haver um monitoramento sistemático desse meio”, reforça a veterinária. Há ainda um outro aspecto importante a considerar, acrescenta Alanna Raissa Araújo Silva: “Como na maioria das vezes a ostra no Maranhão é consumidain natura(crua), o controle higiênico-sanitário desses organismos aquáticos precisa ser ainda maior”.

Terceira etapa

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Iniciado no final de março deste ano, o monitoramento ambiental está sendo feito de 15 em 15 dias. Nessa terceira etapa de coleta, realizada entre os dias 22 e 24 deste mês, o trabalho se concentrou na região próxima à ilha de Carnaubeiras, em Araioses, um dos principais polos de extração de ostras do Delta do rio Parnaíba.

A expedição foi integrada pelos servidores Jocinê Castelo Branco (fiscal estadual agropecuário) e Francisco Fonseca dos Santos (técnico em fiscalização agropecuária), supervisionados pela médica veterinária Alanna Raissa Araújo Silva.

Análise microbiológica

Depois de coletadas, as ostras extraídas nos bancos naturais e nas áreas de mangue de Araioses foram colocadas em sacos estéreis, lacrados, identificados, acondicionadas em caixas de isopor com gelo e encaminhadas para um laboratório em São Luís, onde será feita a análise microbiológica do material.

“É essa análise que irá, após uma série temporal de resultados, classificar a área monitorada de acordo com o nível de contaminação encontrado, tendo como base parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, esclarece a veterinária Alanna Raissa Araújo Silva.

“A qualidade da ostra está intrinsecamente relacionada à qualidade do meio onde ela vive, sendo o seu habitat o fator principal para a saúde, sabor e segurança do alimento”, finaliza.

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