
Dois suspeitos de integrar organizações criminosas foram presos nesta quarta-feira (12) durante uma operação da Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) em Teresina e Altos. Ao todo, a polícia cumpriu oito mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão. Um dos alvos segue foragido.
Em Teresina, um dos suspeitos foi preso no bairro Real Copagre, na Zona Norte da capital. O outro foi localizado no bairro Dirceu, na Zona Sudeste. As equipes seguem em diligências para localizar os demais alvos dos mandados.
Segundo o coordenador do Draco, delegado Laércio Evangelista, os alvos usavam as redes sociais para exibir armas de fogo, incluindo armas longas, fazer apologia ao crime e demonstrar apoio a organizações criminosas.
"São indivíduos que estavam ostentando armas, inclusive armas longas, em redes sociais, fazendo apologia ao crime e enaltecendo a questão das facções. Solicitamos medidas cautelares, inclusive com mandados de prisão, para dar cumprimento e colocar esses indivíduos na cadeia", afirmou.
A operação foi coordenada pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), com apoio da Superintendência de Operações Integradas (SOI) e da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (Feisp).
De acordo com a SSP-PI, as investigações apontaram a atuação dos suspeitos em grupos criminosos. Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil solicitou à Justiça medidas cautelares, incluindo mandados de prisão e de busca e apreensão.
Segundo a SSP-PI, o objetivo da operação é retirar os suspeitos de circulação e aprofundar as investigações sobre a atuação das organizações criminosas.
Durante a operação, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9 milímetros com um dos suspeitos presos.
Um dos alvos da operação, Erick Kawan, apontado pela polícia como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), ainda não foi localizado.
Segundo o delegado Laércio Evangelista, o suspeito possui antecedentes criminais e aparece em imagens divulgadas nas redes sociais exibindo armas de fogo.
A polícia pede que informações sobre o paradeiro do suspeito sejam repassadas de forma sigilosa.
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